O Campo e o Céu

(...) Caía uma leve garoa no campo. Seus olhos não conseguiam fitar o grande ser ao seu lado. Só conseguia pensar em muitas coisas pra falar, mas não falar...

- ...
- Eu sei. Mas Guardiões não erram.
- E então o quê?
- Continuarei com a minha função.
- Não pode! Você sabe que não! – chorou.

Saiu correndo pelo campo, dessa vez triste, para ir para dentro... A chuva estava tão forte agora que a única coisa que conseguia ver pelas janelas da sala era o cinza ruidoso. Sua cabeça doía.


I

Morava no Palácio do Céu, que, apesar de ser um palácio, não ocupava tanto espaço no mundo como faria de costume. Dava de frente pra um campo verde, com flores raras que cultivara com sua própria criatividade. Sua sala, a única parte do palácio, tinha infinitas janelas (já que nunca conseguira contar quantas, de tantas...), e todas construíam um desenho de luz que merecia sempre um tempo de contemplação. Eram janelas retangulares, dispostas verticalmente, e de tão grandes pareciam portas ao quase tocarem o chão.
Sentou-se perto de uma delas para observar o campo florido. Sabia que não possuía, quer dizer, cultivava muitas flores. Sabia também que mereciam tanta atenção quanto flores de qualquer lugar do mundo.
Pela janela, via longe a divisão entre verde e azul. A linha do horizonte não era bem uma linha reta. Contentava-se em saber que podia correr por várias partes planas sem cair... Era um presente, e sabia aproveitá-lo.



Eis que o primeiro Guardião nasce. De uma das flores mais vermelhas, o brilhante que sai das pétalas toma forma:

                - Olá, pequena. Serei seu Guardião daqui para frente. Pedirei apenas que continue regando a flor pela qual existo, e então poderei estar sempre aos seus pedidos.

Fascinada. Nunca correra tanto pelo campo no vestidinho de menina...

O Guardião contou-lhe muito sobre a vida. Ensinou-lhe, principalmente, que só poderia ter um único Guardião por vez. Mostrou-lhe que há os que terão vários pela vida, outros dois, alguns apenas um... Passavam-se centenas de dias, e tanto a ouvir e dizer!



Incontáveis entardeceres depois, nasceu o segundo:

                - Agradecido. Cuidaste para que eu não morresse, por isso criei força para tornar-me Guardião. Porém, a única coisa que posso fazer é observá-la, e auxiliá-la apenas quando quiser.
Já tens um Guardião.

Disso sabia.


Passou-se muito tempo e um dia a menina estava lá fora escolhendo pedras diferentes, com ajuda do segundo Guardião. Parecia até ser seu Guardião de verdade. (...)

Até parece...

Até parece que eu amo blog e tenho sempre assunto. Ah, vá.

 E NÃO QUERO SABER DE NADA, NÃO VOU TER HORÁRIO PRA POSTAR, NÃO VOU AVISAR NADA, E NINGUÉM VAI RECLAMAR, TA LIGADO?


tendeu? (nem eu)
Certo, então. Vim dizer que tô ouvindo música, que não tenho assunto--- quer dizer, tenho, mas e pra escrever? Nah. Vim contar uma história, só. Quem sabe minha consciência não lê?






Tem o céu, né. Ele normalmente é azul, às vezes tem nuvens, e tem o sol, tem pássaros, tem avião etc etc etc. O que se entende por ele? Woooa... tanta coisa... ou não (?), cê tá vendo com os olhos (ah é?) mas sentindo com o corpo. Não, não é pra ser poema. Isso já nem é blog direito. Então, tem dia que ele tá BRANCO. Eu gosto de branco, é tão relacionado à pureza e essas coisas light, enfim, mas não muito assim no frio. Havia a época em que eu dizia que preferia o frio ao calor... louca! Talvez não naqueles momentos, mas hoje é o contrário... não faz muito tempo que mudei de opinião. O frio desconsola (coitado). Não querendo te ofender, não, senhor frio, mas é isso que sinto. Tem gente que gosta de você. E meu Deus, como fui grossa agora. Já falei que não sei me expressar direito? (Ou pelo menos acho?) Bem, eu gosto de você, na verdade. Talvez seja o momento. Quando vou dormir (e bem agasalhada) é muito bom. Mas nah. Normalmente, no desenrolar do dia mesmo, é difícil a convivência contigo. Poxa, o calor não consola também, não. Mas pelo menos não é dolorido quanto a passar o tempo com o frio. Tudo tem contra e pró. O contra do calor é quando fica difícil de respirar. Ê, que barco... Mas bem, voltando de noooovo ao céu, quero fazer um pedido: aparece aí, sol! Não sou ninguém pra mandar em você, e estou sendo a pessoa menos compreensiva do mundo pedindo isso... Blargh, onde é que isso é uma história? Não ligo, não sei escrever direito as coisas mesmo. Bom, então agora que 1000 vezes já saí e desdobrei o assunto da "história", posso tentar começar de novo.


Tem o céu, né. Ele normalmente é azul, às vezes tem nuvens, e tem o sol, tem pássaros, tem avião etc etc etc. Às vezes são bizarras mudanças radicais como carro voador, porque aí é de se pensar, hoje, que iria ser dito: cadê (o céu)? Então, esse lugar é tão grande, mas tão grande, que em qualquer lugar do mundo pode ser visto, em diferentes estados, com sol, "sem sol"... bem, só é triste quem não dá valor pra esse tipo de coisa. Tem os desprovidos de visão, claro; estes são providos da sensibilidade que não tem os outros citados anteriormente, e ainda não tem olhos pra ver a vergonha que é não dar valor pro céu e outras coisas tão naturais. Céu...


que desgosto!,
comprovo agora minha indefinida falta de criatividade quando estou sem criatividade!
Vou parar senão morro.


Quero nem revisar o texto. Vou sentir vergonha e nem querer postar.
Minhas últimas palavras são... que noite bela e medonha! Acho que não tá tendo diferença do estado de transe.


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aqui não tem sol, nem lua, mas as essências se misturam e...


...

Way to go

Obrigada, Stevan, por me ajudar no blog. Segunda postagem e eu já tô aqui, morta [e como diz ele: nem foto de perfil eu tenho...!]. É que na verdade ando cansada, não fisicamente, mas talvez desanimada.

O layout novo vai me ajudar a ir um pouco à frente, até a hora que eu decidir e conseguir fazer um desenho pra ele. E de novo: obrigada... isso me anima quanto aos meus amigos. Estou meio distante, queria ficar mais perto. Tenho saudade da Sayuri, também.

Pode ser que ninguém além do Stevan ou, sei lá, do Marques leia essas coisas, mas é bom pra mim, bom pra dizer coisas implicitamente que não digo na vida real, bom pra pensar e fazer o que quiser.

Prometo que uma hora começo a postar coisas decentes.

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Tá vendo o camarada aí embaixo?


Diga-me o que ele é, nas alternativas abaixo, além de fugitivo de fotos.

a) papagaio
b) tubarão branco
c) marmota
d) gorila
e) outro (diga qual)

JÁ IA ESQUECENDO O TÍTULO AQUI TAMBÉM, DE NOVO, EU NÃO AGUENTO MAIS, A AMNÉSIA TÁ ME CONSUMINDO, ALGUÉM ME AJUUD-------


Uma longa história até aqui.


A que vou contar: a curta história.

ESTE BLOG ESTÁ SENDO CRIADO POR LIVRE E ESPANCADA OBRIGAÇÃO (começa aqui a longa história) e por isso eu ia colocar o nome do blog de naotenhopintadeblogger. Mano. EU ENROLEI E AGORA NÃO LEMBRO QUAL NOME COLOQUEI. Espero que tenha sido ftefn. Vou ver só quando terminar o post.

Este:
(18:55) Steh:
meu. to criando um blog

foi o horário que comecei a criar. Estava falando SECRETAMENTE para meu belo e amado Kate.

E este: (olhe o horário da postag---- AH ESSA P!@#$ NÃO É REGULADA NE)
20h17min
é o horário que estou escrevendo.

Tipo, mano, eu vi vídeos, comi crisps, toquei piano, ajudei meu pai a fazer lasanha, falei com minha vó,
várias outras coisas e fiquei olhando pros lugares aqui pra lembrar do que eu fiz XD e tô aqui.

Confesso, tá tudo uma merda. MAS MEU, CAI FORA D: NÃO TÁ LEGAL PRA MIM, NÃO SOU BLOGGER, (lembrando de novo do naotenhopintadeblogger e rezando de coxa no chão pra não ter sido esse o nome da p!@#$% do blog) E NÃO QUERO SABER DE NADA, NÃO VOU TER HORÁRIO PRA POSTAR, NÃO VOU AVISAR NADA, E NINGUÉM VAI RECLAMAR, TA LIGADO?

Estou melhor, acho que isso me ajudou a superar a falta de assunto e a demência de não ter colocado título na redação que fiz no simulado.

Até mais ver.

segue algo interativo e que faz parte do post



bls, bgs

e direitos autorais pra kate